Vejo com cada coisa que só me apetece rir!
Rir muito e bem alto de tão imensamente imbecil que é!
Por isso, continuem lá que eu gosto muito de rir.
Rir muito e bem alto de tão imensamente imbecil que é!
Por isso, continuem lá que eu gosto muito de rir.
Há aqueles momentos em que sabemos que vai correr bem, é um feeling, é um sorriso que se estampa no rosto, é um não sei quê mas sabemos que é aquilo, aquela certeza que vai correr bem.
E hoje foi o que senti.
Não sei se por tanto desejar que este ano seja melhor do que o que passou, se por as coisas realmente estarem a correr de outra forma, se por estar noutra sintonia, o que sei é que senti claramente que sim que vai correr bem. E isso é bom, é tãooo bom!!
E hoje foi o que senti.
Não sei se por tanto desejar que este ano seja melhor do que o que passou, se por as coisas realmente estarem a correr de outra forma, se por estar noutra sintonia, o que sei é que senti claramente que sim que vai correr bem. E isso é bom, é tãooo bom!!
Massagens...
Cremes com fartura...
Não trabalhar nestes dias...
Mais massagens....
Mais cremes...
Mais dias sem trabalhar...
Isto até poderia ser interessante se não tivesse sido por causa de um suposto torcicolo que afinal se transformou em nós por todas as costas e contraturas como nunca tive e massagens que viraram momentos de tortura ao nível do tempo da Inquisição!!
Acho que já olho assim de lado para fisioterapeuta e massagista, um daqueles olhares com quase rosnar a acompanhar...
Cremes com fartura...
Não trabalhar nestes dias...
Mais massagens....
Mais cremes...
Mais dias sem trabalhar...
Isto até poderia ser interessante se não tivesse sido por causa de um suposto torcicolo que afinal se transformou em nós por todas as costas e contraturas como nunca tive e massagens que viraram momentos de tortura ao nível do tempo da Inquisição!!
Acho que já olho assim de lado para fisioterapeuta e massagista, um daqueles olhares com quase rosnar a acompanhar...
E aquelas manias/ tradições/ rituais que temos nesta altura?!!...
Não ligo a passas de uvas, saltar para cima de cadeiras, pedir desejos, usar cuecas azuis, etc etc. Até não tenho muitos mas os poucos que tenho são para lá de estranhos!
Ora bem... no dia 1 tenho que vestir sempre algo novo, não precisa de ser todo um look completo mas pelo menos uma peça nova prontinha a estrear tem de ser.
E o mais estranho é mesmo... não deitar nos mesmos lençóis que dormi no dia 31, independentemente das horas a pessoa muda a cama seja a horas decentes no dia 31 de Dezembro ou na madrugada de dia 1 de Janeiro como aconteceu desta vez... é... eram 6h da manhã estava a fazer a cama de lavado!!
Pancadas eu sei...
Vocês têm algum ritual?
Não ligo a passas de uvas, saltar para cima de cadeiras, pedir desejos, usar cuecas azuis, etc etc. Até não tenho muitos mas os poucos que tenho são para lá de estranhos!
Ora bem... no dia 1 tenho que vestir sempre algo novo, não precisa de ser todo um look completo mas pelo menos uma peça nova prontinha a estrear tem de ser.
E o mais estranho é mesmo... não deitar nos mesmos lençóis que dormi no dia 31, independentemente das horas a pessoa muda a cama seja a horas decentes no dia 31 de Dezembro ou na madrugada de dia 1 de Janeiro como aconteceu desta vez... é... eram 6h da manhã estava a fazer a cama de lavado!!
Pancadas eu sei...
Vocês têm algum ritual?
Cinco dias já lá vão.
E a pessoa o que faz?!... Vai e critica que nestes dias ainda não fez nada de especial, ainda não acabou com a fome e a guerra no mundo nem tão pouco com os maus-tratos a animais. Que raio de imposição esta que com uma mudança de data no calendário temos de mudar toda a nossa vida, fazer milhentas resoluções que ao fim de uma semana já nem nos lembramos!! Toda a gente quer ser mais feliz de certeza absoluta e ter melhores condições de vida mas de certo que não será das 00h.00m para as 00h.01m que tudo vai mudar, nem tão pouco passado umas horas nem passado um dia ou uma semana...e desconfio que também pouco muda num mês!
Há coisas que por mais que queiramos mudar não o conseguimos fazer com a brevidade que gostaríamos, muitas não dependem de nós como é óbvio. Mas o que depende de nós e podemos mudar, uma das pequenas coisas, é deixarmos de ser tão injustos, tão severos connosco, deixar que a sociedade e estas imposições ditem a nossa felicidade.
E sim é uma das minhas resoluções, não propriamente de 2015 mas daquelas que já tento fazer há uns tempos. Porque o ano que passou realmente foi de muitas perdas mas também criou espaço para viver.
Tentar fazer a mudança a cada dia que passa mas ser honesta comigo mesma, ser justa, não vale a pena punir-me do que não tenho culpa mas valerá a pena corrigir algumas falhas, seja por falta de motivação seja por "deixa andar que vai ao lugar" há demasiado tempo.
Isto sim fará com que este ano que iniciou seja um ano de mudança.
Venham de lá essas mudanças e coisas boas para viver!
Hoje em conversa com colega de profissão recuei uns 8 anos, a uma situação específica em que trabalhávamos na mesma instituição e o sentimento que tomou conta de mim não o consigo apelidar , não foi raiva, não foi inveja, não foi coitadismo, não sei mesmo o nome, só lhe chamei "foi o que teve de ser" porque realmente quando sentimos que fomos lixados por um alguém que não gostava de nós e que conseguiu a todo o custo que o contrato não fosse renovado alegando problemas financeiros apesar de todos os feedbacks positivos e elogios que o nosso trabalho teve, sem querer surge o pensamento "poderia estar ali ainda hoje" ou "aquele lugar que x tem hoje era o meu", deixa uma amargo de boca, deixa pois.
E continuo sem saber o que lhe chamar.... Crescimento? Talvez se encaixe.
Mas ao longo destes anos têm acontecido umas assim do género, e mesmo que não queira ligar há sempre momentos em que o sinto como filha-da-putice-ao-mais-alto-nível.
Não me orgulho de o sentir mas não vou negar que já o senti. Principalmente ao nível do trabalho.
Deve ser o karma... Se não é karma é qualquer coisa do género que precisa de ser resolvida a nível do superego ou assim... não sei mas algo é.
Isto tudo leva-me a uma outra conversa também recente com um conhecido sobre a minha pessoa, em que depois de dizer que sou aérea mas boa pessoa (??) que não sei o que quero ao contrário de uma amiga minha que sabe bastante bem o que quer.
Sobre tal "avaliação" só pensei, as mulheres quando querem enganar um homem sabem mesmo fazê-lo muito bem... porque realmente nem conhece uma nem tão pouco a outra. Mas enfim... adiante.
Esta conversa acabou por ecoar na minha memória e dava por mim a pensar sobre isto.
Idiota eu sei, mas já não era sobre a opinião dele mas sim se realmente seria eu aérea e não soubesse o que queria. E se é esta a impressão que passo a quem pouco me conhece ou melhor, a quem pouco ou nada sabe sobre minha vida.
Mas... realmente não me importa.
Da minha vida sei eu. Os meus sapatos sou eu que os calço e ando com eles.
Ser aérea é bom. Vejo o céu, sinto a brisa, toco as nuvens.
Não saber o que quero também não é mau. Pois posso não saber o que quero, mas sei o que não quero. Então tudo o que vier fora da lista "não obrigada" pode ser lucro e encaixar-se na lista "quero"! E já há muito que sei que não quero pessoas que me tentam rebaixar ou meterem-se na minha vida sem convite.
Outra coisa que também sei é que ter trabalho, ou dinheiro para gastar em luxos ou vícios ou só porque sim, ou uma relação amorosa mesmo que não plena, ou ser mãe/pai, nenhuma delas nem o conjunto delas é sinónimo de maturidade ou de se saber o que se quer realmente da vida.
Mas isto é o que eu sei, que nada sei.
p.s.: É mais uma das coisas que sei... shiuuuu
Sabe bem mas sabe tão bem quando já na cama revejo a to-do-list do dia e a única coisa que não consegui fazer de mil que tinha foi mesmo estender a roupa!
Parece desinteressante ou até sem lógica mas quando se está desempregado há muito tempo, ou se tem trabalhos esporádicos perdemos a capacidade de cumprir tarefas. Vamos sempre adiando. Que mal tem se ficar a dormir mais uma hora? Se não for hoje é amanhã. É algo que inocentemente pensamos. Mas depois, depois... aquela hora a mais na cama passa a duas, passa a manhã, passa a grande parte do tempo. Se dormir fica mais fácil... Parece.
E o que podemos fazer amanhã podemos adiar mais um dia, mais uma semana.
E assim passa o tempo, e quando mais um mês acaba pensamos "Caramba! Passou rápido!... Mais um mês. E eu onde andei?"
E mês após mês vai-se dormindo, vai-se aniquilando o que se é, vai-se esquecendo.
Porque até recordar se adia, se evita.
E fica-se num sub-mundo onde não se vive porque isso aqui também se adia, aqui apenas se vai estando enquanto não se adormece, vai-se estando.
Então em boa verdade vos digo que cumprir a minha lista diária é um pequeno prazer.
Não vou dizer que é quase tão bom como sexo porque estava a exagerar mas... olha é bom, sabe bem e faz-me bem.
13.11.2014 sim, escrito em caderninho e só agora passado para aqui!!
Faz 13 anos estava a receber o telefonema mais feliz de sempre! "Já nasceu!", dizia a minha mãe do outro lado da linha e assim fui finalmente ver-te a estas horas da noite cheia de amor para te dar.
Eras linda linda, super branquinha e nada com aquele aspecto estranho que os recém-nascidos têm, sim porque são fofinhos mas não são todos sejamos sinceros!!
Fiquei ali a absorver toda aquela alegria concentrada naquele pequeno ser tão perfeito tão calmo e sentia-me super hiper feliz por teres entrado na minha vida.
E até hoje é esse o sentimento de predomina, uma enorme alegria e gratidão por me teres escolhido para tua irmã.
Sei que temos uma ligação muito grande e só espero que continue a crescer e sejamos sempre assim unidas mesmo com 19 anos de diferença.
Vais continuar a ser a minha pequenina, até quando fores mais alta que eu!
O que ai vem... nem quero pensar muito que até me dão uns badagaios só de pensar se fizeres metade do que fiz... ai credo!!! Bem seja o que for, que esteja bem perto de ti minha gaiata mais linda*
Por aqui é isto. Só me apetece dizer palavras daquelas consideradas palavrões, não que fizesse muita diferença porque ia ficar tudo na mesma mas ao menos dá a ilusão de naqueles momentos sair parte do que me está a frustrar, parte do que me está a foder a vida. E não é literalmente, o que é uma chatice, ao menos sempre podia fazer qualquer coisa boa mas não....
Que cara d'alho!
Há um ano atrás estava a começar tudo isto por aqui.
Podia parecer que não mas foi uma grande mudança... e a pouco e pouco foi aparecendo este cantinho que embora não dê assim tanta atenção como gostaria é a minha terapia é o meu escape.
Não demorou muito a escolher o nome, surgiu assim a olhar para a minha pequena felina preta, sim já vos expliquei porque ficou gato e não gata, demorou mais começar a escrever, mas... depois fluiu e estou mesmo mesmo muito contente. Só me falta ter a minha menina pertinho para então estarmos a 100%!
Nós, os seres humanos mulheres, somos um bicho curioso de se observar.
Não se tem assim uma experiência enorme mas estes 32 anos já contam com algumas engraçadas.
Sempre fui observadora e cada vez sou mais. Temos dois olhos e dois ouvidos e uma só boca por alguma razão certo?... pois!!
O tema é assim vasto e dá panos para mangas, mas... vamos com calma que temos tempo. Vamos falando sobre o assunto.
A necessidade de mudar após uma separação ou terminar uma relação.
Ao inicio dói. Olhar e ver o outro ainda ali sem já estar. Ouvir. Sentir. Faz confusão! Olhamos para trás, confirmamos se não estará mesmo, talvez no outro quarto?... mas não não está.
Vem a tristeza, a mágoa, o choro compulsivo, o silêncio, as lágrimas novamente umas vezes mais controladas outras nem por isso. A saudade. O não estar e querer muito que estivesse... o chorar já sem lágrimas mas choro na mesma...
Depois começa a ser substituído por incómodo. Olhamos e tudo nos aborrece, irrita, tira do sério! Aqueles sítios que dantes olhava e sentia saudade agora têm o poder de mexer com as entranhas!...
E dá-se a revolução! Seja apenas mudar a capa da almofada ou toda uma mudança na casa onde paredes podem chegar a ir abaixo e outras divisões surgir! Não se sossega até que quando se olhe se veja, se sinta uma paz, uma tranquilidade, uma aceitação ou inicio de aceitação.
Esta mudança normalmente também se estende a nós mesmas. O corte, a cor de cabelo. Uma mudança de visual, seja começar a usar bâton, seja adoptar um look mais discreto, seja o que for apenas nos tem de fazer sentir "novas", nós mesmas com a idade que temos mas banhadas numa fonte da juventude da aura! Parecemos outras sendo nós mesmas. É o ir ao cabeleireiro, ao spa, à manicure, ao supermercado, ao shopping novamente depois do exílio! Até porque benza deus!! parece-se um monstro horroroso!
E assim vamos andando a pensar que já estamos bem, que nos curámos, que estamos prontas para o mundo!!
Mas não estamos não. Isto é ainda o começo. E normalmente este começo aqui descrito é algo para durar uns bons meses, ou até um ou dois anos. E não, não estou a exagerar.
Porque depois desta mudança exterior vem outra crucial mas que só damos por ela quando menos esperamos, quando achamos que podemos voltar a amar outra pessoa... Eh lá!! "amar"???... isso é muito forte!!... ah pois é! é aqui que vimos a tal mudança que até então já se dizia atingida... mas que claramente ainda está na fase "passinhos de bebé".
A pouco e pouco e fazendo muita ( muitaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa mesmo) asneira merda é que ela vai sendo e tornando-se aquilo que tem de ser.
Magoamos quem não queremos, magoamos a nós mesmas mas eventualmente tudo começa a andar com passos mais firmes e convictos.
Quando a lembrança seja porque se encontrou um antigo bilhete, ou uma flor seca. ou se partiu um castiçal (ainda se usam??) que fazia conjunto com aquele outro que foi partido acidentalmente por a outra pessoa não te tremer o passo então, ah mulher valente!!! então sim a etapa final está a chegar ao fim.
O que vem depois... veremos.
... calma! Muitaaaaaaaaaaaa calma! Não cortei pulsos nem estou a deprimir. Nada disso. Saiu. Apenas isso. Apeteceu escrever sobre isso e saiu aquilo.
Basicamente é muito o que se passa comigo mas que também sei que se passa ou passou ou vai passando com alguns amigos meus e ouso dizer que também com todas as pessoas.
Todos nós, em algum momento da nossa vida, já tivemos de pisar com bastante força no pedal do travão quando o que queríamos era estar a pisar o do acelerador, e fica-se com aquela comichão no pé que não pisou o pedal que tanto queríamos.
É isto. É ir vivendo mas estar sempre a carregar no travão. É sentirmos o carro a engasgar-se com a mudança de velocidade brusca e quase quase que pará.
E muitas vezes pára mesmo.
Muitas vezes tem mesmo de parar.
Parece frase batida mas tudo tem aquele tempo, aquele momento certo para ser.
E naquele momento em que nos enfurecemos, fúria essa que pode durar mesmo muito, não conseguimos ver o que ali está diante!
Ah! os "se"!!....
TRETAS!!! Se... nada! Se a minha avó tivesse rodas era um avião!!
É o que é pronto.
Há que aprender a travar. Há que aprender a acelerar. Há que aprender a fazer ponto-morto. Há que aprender a fazer todas as manobras da vida. Isso é viver.
Sobre o estar parado e querer avançar e por motivos de que ordem forem não se consegue avançar... só posso dizer aquilo que digo a mim mesma depois de estrebuchar (e cada vez estrebucho menos porque já sei que nem vale a pena!)... aprecia a paisagem! Algo de bom tem de existir e há sempre, nós é que temos o hábito de o não querer ver.
Por isso...
Aprecia a paisagem*
p.s.: O que tem imagem a ver com texto? perguntam vocês.
Nada! Absolutamente nada! Só para distrair que o tema é pesado.
Ah e também pode servir para a parte do apreciar a paisagem, ou... ou para ideias que tenham na parte da violência e orgasmos e... coiso... cenas! Bem... apeteceu tá! Quem não gosta vê só o texto!
:)
Esta vivência terrível
Esta quase vivência
Porque vivência não chega a ser
É esta coisa pastosa que se cola a nós
Que por mais que nos afastemos e escondamos
Mais pastosa fica
... Medo.
Todos já o sentimos
E até que ponto não o temos agora colado a nós?
Admito...
Está de tal forma que quase me impede de caminhar
De me mexer
Quase que não respiro
Quase que não vivo
E fico-me pelos "quase"
Viver no "quase" é pior que viver a errar
A errar sempre vivo
No "quase" apenas quase que vivo
Vivo a plenitude do medo
Aqui já não há quase
No medo é só medo.
Esta quase vivência
Porque vivência não chega a ser
É esta coisa pastosa que se cola a nós
Que por mais que nos afastemos e escondamos
Mais pastosa fica
... Medo.
Todos já o sentimos
E até que ponto não o temos agora colado a nós?
Admito...
Está de tal forma que quase me impede de caminhar
De me mexer
Quase que não respiro
Quase que não vivo
E fico-me pelos "quase"
Viver no "quase" é pior que viver a errar
A errar sempre vivo
No "quase" apenas quase que vivo
Vivo a plenitude do medo
Aqui já não há quase
No medo é só medo.
Ontem quando vim dar umas vistas pelo blog e face vi estas imagens e pensei "caramba aqui está a tua motivação para começares a mexer mais o esqueleto e ires fazer uma ginástica ou algo que te deixe as pernas assim!!", ainda estive para escrever por aqui sobre o quanto acho que esta jovem está lindérrima e toda ela parece transbordar saúde e alegria mas o sono, esse maldito não deixou.
Hoje pensei, de hoje não passa que "isto" (com todo o respeito pois claro!) merece que se fale e não se deixe passar em branco. Pois bem que surpresa vejo que outras pensaram o mesmo que eu... só que ao contrário!! WHAT??? Verdade! "ah e tal está muito gorda e pouco definida e quê"?!.... Really?! Tomara eu ter aquela definição abdominal e ao sorrir transmitir assim tão boa vibe!
Daqui para a inveja mas mais especificamente toda a pressão da sociedade para corpos/atitudes/visuais estereotipados é um pulinho!...
Eu adoro o meu corpo, sei que poderia ter um pouco mais cuidado em certas coisas sim mas caramba, dizer que está gorda só porque não é de conhecimento público neste tipo de desfiles mulheres mais curvilíneas desfilarem ou até por inveja é abuso.
Mais cheinhas mais magrinhas devíamos aceitar como cada qual é. Tanta mulher mais cheinha que não consegue emagrecer e porque acha também que tem de emagrecer para ser aceite... tanta mulher mais magrinha que sofre porque não consegue engordar e todos dizem que sorte que ela tem por ser assim quando ela mesma gostaria de vestir mais dois números acima.
E acaba por ser um ciclo vicioso este da pressão da sociedade... Mas a sociedade somos nós! Se nos deixarmos de preconceitos e aceitarmos cada qual como é não seriamos mais felizes e sem tanta pressão?! Óbvio que a resposta é positiva.
Entretanto partilho aqui o post da Jessica Athayde que mais do que uma resposta ao acontecimento é mesmo uma visão sobre estes estereótipos.
Temos de ser e nos assumir o que somos Mulheres à seria, Mulheres Reais.
Este ano pela primeira vez não irei receber às 10 horas o teu telefonema e ouvir-te chamares-me Loquinhas...
É ter um projecto educativo para fazer, mais um regulamento interno, mais todo o planeamento de uma formação intensiva, mais escolher milhentos materiais e pedir orçamentos e ainda a juntar a isto andar em consultas, exames, conciliar data de viagem com tempo em que consigo ter tudo tratado e tentar conjugar minimamente a roupa com que se sai de casa que neste momento um pijama seria o ideal!...
É... é tudo isto. E o que é que eu faço?... Vou aspirar o carro. Ou lembro que hoje é o dia perfeito para lavar passar e arrumar roupa. Ou, porque não me lembrei disto!, escovar a carapaça do cágado e pintar-lhe as unhas!!
Não me estou a queixar! Claro que não!! Eu até gosto de trabalhar sob pressão. E com isto quero dizer aos que têm acompanhado que finalmente a parte profissional está no bom caminho. Yeah!!
Uma pessoa não conhece outra pessoa, faz a vida dela normalmente e nunca viu a outra pessoa nem mais gorda nem mais magra. E de repente conhece essa outra pessoa e PUFF!! começa a cruzar-se com ela quase em cada esquina!
Macumba? Ou talvez problemas oftalmológicos.

















