Não claro que não!! Isto é muito pouco para acertares as contas com o Karma! Toma lá agora umas vertigens e não digas que não tens sorte e que não recebes nada da vida!
Acho mesmo que vou desistir dos médicos, exames sem fins e horas de espera no hospital e vou marcar hora na bruxa. Tenho quase a certeza que me safo melhor!
Arre!
...os dias em que estou com enxaqueca, e os dias que não tenho enxaqueca.
É triste mas é verdade. E só quem tem enxaqueca sabe o quanto limitador é...
E atenção que enxaqueca não é de todo e só dores de cabeça... enxaqueca é a porra de um estado que nos deixa pouco do que somos como pessoas, é a cabeça deixar de ser cabeça e passar a ser um qualquer cenário de guerra, o corpo doer e obrigatoriamente contraímos os músculos mesmo que isso só vá piorar a dor mas no momento tem de ser! É perder o equilíbrio e muitas vezes qualquer movimento por mais pequeno que seja despoletar náuseas... é a luz, o barulho, até a voz de quem gostamos parecer criar ondas de choque colossais no nosso cérebro.
Não é em nada agradável e muito menos desculpa para se faltar ao trabalho.
Mas no meu caso é esta a minha realidade... nos dias em que a enxaqueca se instala, e ultimamente têm sido bastantes os dias em que fica sem ir embora e quando vai regressa rápido demais, não consigo fazer nada... levantar da cama é uma tarefa que exige horas de tentativas frustradas, comer é para esquecer, sair de casa então é uma espécie de Odisseia...
O resumo desta semana: apareceu segunda à noite como quem não quer a coisa, terça fiquei de cama, quarta de cama fiquei, quinta muito drogada lá consegui fazer qualquer coisa, sexta yupi já se foi! faz-se hoje tudo que se pode, hoje sábado... pois... toma lá mais uma dose agora ainda leve para não teres andado aos pulos de alegria ontem!!...
Que porra de cruz a minha!!!...
O resumo desta semana: apareceu segunda à noite como quem não quer a coisa, terça fiquei de cama, quarta de cama fiquei, quinta muito drogada lá consegui fazer qualquer coisa, sexta yupi já se foi! faz-se hoje tudo que se pode, hoje sábado... pois... toma lá mais uma dose agora ainda leve para não teres andado aos pulos de alegria ontem!!...
Que porra de cruz a minha!!!...
Não daquelas fritas mas de falta de paciência, de paciência frita, paciência esturricada mesmo!!!
E o que despoleta isso?... As pessoas.
Aquelas que se dizem seres pensantes, racionais e educados.
Ultimamente só me ando a cruzar com todos aqueles que não são assim só pode!!
Haja falta de civismo, falta de educação, falta de consciência social, falta de tudo aquilo que deveria ser a (con)vivência entre seres humanos.
Não há paciência, mas não há mesmo, para todas aqueles que com falta de vagar põem a vida dos outros em perigo (sim porque da deles não estão muito interessados também) fazendo ultrapassagens que nem os duplos se arriscariam, que fazem razias às pontas dos pés daqueles que tentam não morrer a atravessar umas passadeiras.
Não há paciência para pessoas que mais parecem mulas com palas nos olhos, e só sabem ver e aceitar aquele caminho, aquela forma, aquela vivência, que tudo o que foge do trilho nem será tido em conta e é para eliminar.
Não há paciência para preconceito e toda e qualquer forma de violência, porque os outros não interessam, porque os outros são inferiores, porque os outros são os outros e o meu umbigo está mesmo aqui no centro e é ele que apenas interessa e me apraz.
Não há paciência para quem vive assim e tenta transforma a forma de viver daqueles que são pensantes, racionais e educados numa experiência redutora e até mesquinha do que é verdadeiramente a vida.
Não vou dizer que gostava que desaparecessem da face da Terra mas gostava realmente que sentissem o que é a Vida, porque a Vida é tão mais do que aquilo que eles experienciam que honestamente sinto uma certa tristeza por eles, por de tão reduzidos de pensamento serem nunca conseguirão ter uma experiência grande o suficiente que lhes tire todo e embaçamento que têm.
O tempo é uma coisa interessante.
Dizem que nos ensina, mas a meu ver apenas aprende quem quer.
Atribuímos demasiada importância a isto do tempo e da sua passagem.
Não é o tempo que te torna mais forte, és tu que te tornas porque tens de tornar porque é o que te resta.
Não é o tempo que cura o coração partido, és tu que choras o que tens a chorar fazes o luto e continuas caminho.
Não é o tempo que ajuda a que pareça mais fácil, és tu que já bateste com a cabeça demasiadas vezes e chega uma altura que resolves não bater mais e por tanto bateres também a dor já não parece tão ampla e penosa, arranjas atalhos, consegues desviar-te.
Não é o tempo mas sim o que resolves fazer com ele e com as aprendizagens que retiras.
Não é o tempo, és tu.
Dizem que nos ensina, mas a meu ver apenas aprende quem quer.
Atribuímos demasiada importância a isto do tempo e da sua passagem.
Não é o tempo que te torna mais forte, és tu que te tornas porque tens de tornar porque é o que te resta.
Não é o tempo que cura o coração partido, és tu que choras o que tens a chorar fazes o luto e continuas caminho.
Não é o tempo que ajuda a que pareça mais fácil, és tu que já bateste com a cabeça demasiadas vezes e chega uma altura que resolves não bater mais e por tanto bateres também a dor já não parece tão ampla e penosa, arranjas atalhos, consegues desviar-te.
Não é o tempo mas sim o que resolves fazer com ele e com as aprendizagens que retiras.
Não é o tempo, és tu.
Tive tempo e pachorra para me dedicar um bocadinho a este espaço!
Registei na plataforma Blogs de Portugal (ver post anterior), encontrei blogs interessantes, actualizei as leituras, andei a explorar um pouco mais as possibilidades para modificar o visual do blog e quem sabe se não haverá novidades em breve?!
Ah! Obrigada a vocês que estão a chegar timidamente, sintam-se em casa e por cá permaneçam.






